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Setor produtivo alagoano recebe o vice-presidente da República na Fiea

Sexta-feira, 04 de outubro de 2019

José Carlos Lyra manifestou a disposição do empresariado em continuar colaborando e participando, ativamente, da retomada do crescimento econômico do Brasil

A Federação das Indústrias do Estado de Alagoas (Fiea) recebeu, nessa quinta-feira, 3, a visita do vice-presidente da República, Hamilton Mourão. Mais de 300 convidados, entre empresários, autoridades e jornalistas acompanharam a palestra do general, que veio à capital alagoana “para dar conta aos alagoanos daquilo que o governo do presidente Bolsonaro tem feito para cumprir a tarefa que o povo brasileiro lhe deu”.

Antes da palestra, o presidente da Fiea, industrial José Carlos Lyra de Andrade, fez um discurso onde pontuou alguns dos anseios do setor produtivo nacional e alagoano. Ele manifestou a disposição do empresariado em continuar colaborando e participando, ativamente, da retomada do crescimento econômico do Brasil, “atingindo taxas compatíveis com nossas potencialidades, com nossas riquezas e com nossa capacidade”.

Lyra também citou declarações do general Mourão em defesa de propostas que coincidem com o pensamento da classe empresarial brasileira Entre elas, a não interferência do Estado nos mercados; privatização do que precisa deixar de ser o “guarda-chuva” do governo; e retirar o peso do Estado sobre quem produz. “São temas caros ao setor produtivo, reafirmou.

Diante de um auditório lotado, na Casa da Indústria Napoleão Barbosa, o general Mourão que o compromisso do governo é transformar o Brasil “na mais forte democracia liberal do hemisfério Sul”.

De acordo com o vice-presidente do Brasil, o realinhamento do sistema tributário e a consequente redução dessa carga é fundamental para a competitividade da nossa indústria e para a geração de empregos.

“Eu considero que essa é uma luta não só do governo, mas do Brasil inteiro para que a atividade industrial tenha essa empregabilidade muito grande e floresça mais ainda”, afirmou, ao acrescentar que a redução do Custo-Brasil é essencial para a retomada da competitividade do setor produtivo e do crescimento econômico.

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